Espero por vocês lá!
Há um espaço que não cansa. Há um tempo que corre tranquilo. Há sempre lugar para tudo. Caminhamos com um sorriso. Afinal, há BOM TEMPO NO CANAL. Este é um blog sobre quase tudo, mas principalmente sobre o dia a dia, os acontecimentos, as pessoas e as suas relações.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Onde estou?
Espero por vocês lá!
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Amor que vale a pena
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Adversidade que vale a pena
domingo, 31 de agosto de 2014
O Mundo é das Crianças

Hoje olhava para um pai com dois filhos. Uma menina com cerca de nove anos, equipada com um fato de Kong Fu, e o rapaz com cerca de um ano a oscilar entre o colo dos dois.
Estava numa mesa de café ao lado deles. Num sábado preguiçoso.
Claramente a filha equipada para orgulhar o pai. O pai com ar de militar, ou lutador ou porteiro.
Claramente o pai ao telefone para tratar de negócios.
Mas o pai tem trabalho, tem negócios, tem compromissos. Bem... também tem filhos.
Talvez seja inveja minha. Talvez seja desconhecimento.
Mas hoje temos pouco tempo, pouco espaço, pouco de tudo. Então o tempo das crianças tem de ser o tempo delas. Tempo de ser!
Não há nada mais importante que as crianças e elas merecem o melhor. Regras, amor, disciplina, atenção, educação, responsabilidade.
Mas pelo que vejo todos os dias esse é um equilíbrio difícil.
Nada que um pouco de organização e vontade não resolvam. Agora estou ocupado. Agora deixo o telefone em casa. Agora sou pai em exclusividade. São só poucas horas. E essas horas valem décadas!
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Metafísica de um olhar
segunda-feira, 7 de julho de 2014
À espera de chegar
Há muito tempo atrás ouvi uma história muito bonita. Um shaman ou um índio foi convidado para dar uma palestra numa qualquer grande cidade onde nunca tinha estado(gosto de pensar que foi em Nova Iorque). Ele nunca tinha andado de avião. Ao chegar à cidade, antes de ir para qualquer lado, pede ao motorista: "Leve-me para um parque qualquer. Agora tenho de esperar que a minha alma chegue."quinta-feira, 1 de abril de 2010
Parabéns ao mentor deste blog

Hoje é dia das Mentiras, mas é uma verdade verdadeira que hoje há 36 anos nasceu um homem maravilhoso a quem deram o nome de Bernardo.
Eu, pé ante pé, entrei aqui na sua casa, e hoje, quis de uma forma simbólica homenagear este aniversariante e um amigo de todos nós.
Tal como o nome do quadro de Ines S. Bongard, que ilustra este post, o Bernardo tem o dou de nos "tocar".
Acredito que se juntam a mim nesta mensagem de parabéns e votos de felicidade.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Distraídos
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Crónicas sobre Angola
Hoje consegui acesso à net pelo que publiquei duas crónicas sobre a minha vida e aventura em Luanda.
Podem ler mais em www.bernardoramirez.com onde vou publicar regularmente as minhas aventuras.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Angola – Ainda não cheguei lá e já cá não estou
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Angola

A partir de Domingo dia 16 de Agosto vou estar em Angola. Diariamente espero deixar em http://www.bernardoramirez.com/comunicacao/ todas as impressões da minha estadia. São todos bem vindos, bem como os vossos comentários.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Silêncio
Prometo que com a minha partida irei colocar aqui informação regular sobre as minhas aventuras em Luanda, Angola.
Fica um abraço e um beijo a todos aqueles que persistem em retornar.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
20H58M: O Puzzle dos Livros

Era uma vez uma menina que brincava com os livros. Dizia serem como peças de puzzle.
Leu primeiro O Fio da Navalha em que aprendeu muito sobre a sociedade americana dos finais do século XIX e início do século XX . Tanto que deixou quase todas as páginas do livro vincadas pelo sublinhado de um lápis que evidencia o que a tocou, o que quer dizer que gostou muito do livro . Considerou-o uma bíblia de relações sociais. Quando o acabou sentiu-se perdida. Tinha de encontrar a peça que encaixava com aquele que deixava para trás.
Da sua estante retirou uma outra obra. Essa já a tinha tentado encaixar anteriormente no puzzle dos livros, mas não conseguiu, pois não encontrava a posição devida ou não correspondia à forma que se deixava livre.
Deu início à sua leitura. Pareceu-lhe um pouco maçadora, no entanto esforçou-se por não dificultar o jogo e, então, apercebeu-se da importância daquela peça. Aos poucos ia encontrando semelhanças com a anterior e era divertido ver que não era tudo mera ficção, porque se o fosse não se repetiria por mão de autores tão diferentes, como são Edith Wharton desta segunda peça chamada A Idade da Inocência e W. Somerset Maugham da anterior.
21H10M: Segunda peça- O tempo
O tempo, o que fazemos com ele, a nossa previsibilidade, tudo se transforma em rotina e nos desenha aos outros mais nitidamente do que a nós, pois ainda temos esperança sobre a nossa pessoa, mas é tudo engano do medo que o tempo acabe.
...era uma das casas em que se sabia sempre o que acontecia a qualquer hora.
(...) As luzes já brilhavam através das janelas e Archer, quando a carruagem parou, entreviu o sogro, exactamente como o imaginara a passear na sala de relógio na mão, com a expressão triste que descobrira há muito ser mais eficaz que a fúria.
Temos de aprender a pouparmo-nos, mas isso não significa que vivamos no ócio.
Era um princípio na família Welland que os dias e as horas das pessoas deviam estar “preenchidos”. A possibilidade melancólica de ter de “matar tempo” ( especialmente aqueles que não gostavam de whist ou paciências ) era uma visão que a aterrava como o espectro dos desempregados aterra o filantropo. Outro dos seus princípios era que os pais nunca ( pelo menos de modo visível ) interferiam com os planos dos filhos casados. E a dificuldade de ajustar este respeito pela independência de May com a exigência dos pedidos de Mr. Welland só podia ser vencida pelo exercício de habilidade que não deixava um segundo do tempo de Mrs. Welland por preencher.
In Idade da Inocência, de Edith Wharton
Ela, a pequena menina dos puzzles, olhava para cada peça e pensava como é que podiam ser tão vivas, ter uma animação tão própria... Parecia que tinham vida, como os humanos. E, afinal, eram apenas o produto da imaginação.
Maravilhava-se com a capacidade dos adultos. Mas quando cresceu e começou a perceber que tudo isto era mais complicado do que juntar peças, viu que, afinal, os homens rejeitam outros homens, aqueles que têm ideias mais avançadas ou daquelas que nos fazem sonhar e ficarmos petrificados com a sua beleza.
Esses eram crianças em corpos de homens grandes... ela julgava que os outros também eram, só que tentavam apagar esse seu lado tão maravilhoso como embaraçoso, porque é regido pela força dos impulsos e do inesperado.
São marginais que não se convida para as festas, para partilhar o mesmo espaço. Ela tinha razão quando dava como justificação para tal recusa o medo dos adultos mascarados ficarem eclipsados pela força enérgica dos adultos crianças.
24H20M: Um bilhete a Edith Wharton
Fiquei desiludida com a forma como tudo acabou, pois esperava que eles tivessem mais força, que eles tomassem outros rumos e, sobretudo, que o destino escrito por ele fosse mais forte do que uma aceitação simples das convenções.
A Idade da Inocência chegou ao fim depois de me ter acompanhado desde há algum tempo. Agora, sem ela, sem aqueles meus amigos e amigas que me confessavam até aquilo que não sabiam, sem elas... como vai continuar os meus dias?! Apeguei-me a elas e, neste momento, já partiram assim, sem sequer manter contacto comigo nos próximos tempos!?
Ficou tudo em aberto, mas já acabado. Concordo que não gostei do último capítulo. Andei sempre na esperança de que o desfecho fosse outro. Queria que ele ficasse com ela, mesmo que isso fosse o início de uma dor enorme no coração da pobre May. Por outro lado, este amor quase platónico sabe bem e, logo, se fosse concretizado talvez não soubesse a nada.
Com estes personagens e toda a narrativa, com esta autora, aprendi tanto e não queria assim fazer esquecer este meu professor sem voltar a saber mais dele.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Universo das infinitas possibilidades
Estou permanentemente no Universo das Infinitas Possibilidades.Esse gigante oceano é como todos os grandes mares. Pode nos suportar, deixar-nos flutuar, acarinhar com a frescura da sua água, envolver-nos com carinhos e movimentos que lembram o embalar materno.
Mas também pode se transformar num ser espumoso, furioso, destruidor. Um ser frio e intempestivo. Uma massa poderosa e destruidora que nos arrasa e consome sem dó nem piedade.
Este Universo das Infinitas Possibilidades abre-me muitas vezes as portas para a magia do desconhecido, para a beleza do amor, para a alegria da aventura e do inesperado. Mas tantas outras vezes confronta-me com as minhas fragilidades. Desperta os meus fantasmas. Coloca-me num modo de repetição que me leva tantas vezes ao mesmo ponto.
E nesse Universo das Infinitas Possibilidades pergunto-me, ás vezes com alegria, outras vezes com sofrimento, o porquê? O porquê de tantas vezes sentir que percorri um grande caminho, e o de tantas outras vezes sentir que ainda estou no mesmo sítio.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Sexo, amor e corpo sem medo
Nas últimas semanas tenho pensado muito na relação que existe entre o amor e o desejo. Como podem ou não ser exclusivos, e como a nossa sociedade tenta permanentemente encontrar uma estrutura que nos permita gerir algo tão pouco "racional" e "ilmuminado".Por razões que não me interessa agora abordar julgo termos chegado ao momento mais elevado da nossa castração sexual.
Nesse sentido, só conseguimos tender para duas dimensões diametralmente opostas, ou iguais: o liberalismo sexual extremo (e nesse sentido desconectado, infantil e irresponsável), ou a profunda preservação do corpo ao ponto de ignorar o que sentimos e somos (e nesse sentido infantil, irresponsável e desconectada).
Lidamos muito mal com o corpo e com os sentimentos que este nos desperta. Todos sabemos que existem mil regras sociais para o que é aceite ou não. E que essas mesmas regras provocam por si tantos comportamentos desviantes. Mas na realidade este é um mundo colorido. Homosexualidade, polisexualidade, sozinho ou em grupos, com ou sem adereços: na criatividade há um mundo de possibilidades.
Mas o problema é que nem conseguimos lidar com coisas tão simples como uma atracção (física, emocional, sentimental). Frases como: "estou a brincar", ou "mas sou comprometido", ou "mas ela é casada" são tantas vezes usadas como algema para a castração da nossa libido, ou até da curiosidade. A monogamia acaba por ser imposta e não conquistada. Não há espaço para a descoberta. E depois casamos, descasamos, traímos e somos traídos, temos filhos e deixamos de os ter. Temos amantes, namorados, affairs, esposas ou companheiros.
Por outro lado, ainda há uma noção quase "burguesa" que o amor verdadeiro só aparece uma vez e só se pode incidir sobre uma pessoa. E sobre isso (na série Bones):
Angela Montenegro: Tu tens esta noção burguesa...
Dr. Lance Sweets: Burguesa?
Angela Montenegro: ...que para o amor ser real ele tem de ser permanente. Não há nada permanente. Isto é um facto. Começamos e deixamos de amar outras pessoas, mas isso não faz o amor ser menos real.
Dr. Lance Sweets: Mm-hmm, talvez estejas a dizer isso porque nunca encontraste o amor da tua vida.
Angela Montenegro: Sim encontrei. Várias vezes.
Neste sentido acredito que o amor não é nem permanente, nem exclusivo por defeito. Ele só o pode ser por construção, por escolha, e por caminho percorrido (somos realmente uma sociedade sem noção da importância do trabalho e dos limites). Mas se não nos atrevemos a fazer as perguntas, a experimentar as respostas e a descobrir o nosso sentido que garantia temos de encontrar a felicidade?
Não sou a favor da irresponsabilidade sexual, mas acredito que o processo de auto-conhecimento do corpo, e o diálogo que ele exige, é fundamental para a evolução da humanidade. Dialogar, com palavras ou acções sobre o corpo, o sexo, as pilas e as vaginas, partilhar o que gostamos e o que tememos, o que queremos experimentar, vive tantas vezes aprisionado pela razão, pela vergonha ou pelo medo, que nunca conseguimos chegar a descobrir o que somos, e o que queremos.
O nosso corpo é expressão maravilhosa da nossa alma, e a sua aventura torna-nos maiores.
Por isso o diálogo é preciso, sem certo, nem errado, e com coragem de experimentar, de ser responsável e sensato nas suas descobertas, e na procura do que nos dá prazer e quais são os limites que isso encerra.
Isso é amor por nós!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Amor
"Bones: The Skull in the Sculpture (#4.7)" (2008)
Dr. Lance Sweets: [Sitting together at a restaurant over dinner helping Angela work out her feelings and how she should go about her pursuing a her relationship with Roxie] It's exactly the same situation as the last time you were sitting here. Except, you know, you're quieter.Angela Montenegro: No, that was about Hodgins. This is about Roxie.
Dr. Lance Sweets: [Loudly] You want to have sex with Roxie!
Angela Montenegro: What was that about quieter?
Dr. Lance Sweets: I'm sorry, I'm not certain you're being guided by your brain, that's all. Need can be confused with love. Fantasy can convince us that what we are feeling is love.
Angela Montenegro: So, you're saying is that this is all rebound?
Dr. Lance Sweets: Yeah.
Angela Montenegro: No, you don't understand love, Sweets.
Dr. Lance Sweets: I'm not as innocent as you might think.
Angela Montenegro: You have this bourgeois notion...
Dr. Lance Sweets: Bourgeois?
Angela Montenegro: ...that in order for love to be real it has to be permanent. Nothing is permanent. That's just a fact. We move in and out of loving other people, but that doesn't make the love any less real.
Dr. Lance Sweets: Mm-hmm, perhaps you're saying this because you haven't met the love of your life.
Angela Montenegro: I have actually. Many times.
Dr. Lance Sweets: Fine. It seems to me that you always leave yourself an escape hatch in your relationships, because you afraid of commitment.
Angela Montenegro: Nice try. But no. Actually, I commit to every person I love.
Dr. Lance Sweets: You marry a man and then conveniently forget that you married him because you got zonked on Kava Kava. That compromises your relationship with Hodgins so that ends, along with the marriage. Now you say you have these intense feelings for an ex-lover whose heart you've already broken. Don't you see the potential disaster here?
Angela Montenegro: Look, you said that, without the possibility of pain, there can be no joy, no real love.
Dr. Lance Sweets: I said that? That's beautiful.
Angela Montenegro: Look... I don't want to hurt Roxie again.
Dr. Lance Sweets: Then Don't. Don't. Put her welfare first. Let Roxie decide if she's ready to pursue this relationship.
Angela Montenegro: Okay. And what if she doesn't?
Dr. Lance Sweets: Then I'm afraid you'll have to live with that pain.
A minha parte favorita é:
Angela Montenegro: Tu tens esta noção burguesa...
Dr. Lance Sweets: Burguesa?
Angela Montenegro: ...que para o amor ser real ele tem de ser permanente. Não há nada permanente. Isto é um facto. Começamos e deixamos de amar outras pessoas, mas isso não faz o amor ser menos real.
Dr. Lance Sweets: Mm-hmm, talvez estas a dizer isto porque nunca encontraste o amor da tua vida.
Angela Montenegro: Sim encontrei. Várias vezes.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Buba - Ode ao meu Cão
A tua vida inundou a minha. Noites na cama aos meus pés. As tuas orelhas ao vento. Ladrares sem parar a tudo o que se move. Arrastares a minha cadeira por não sei quantos metros. Defenderes a nossa casa como ninguém. Receberes-me sempre com tanto amor. Nunca fazeres o que te pedia.Como em tudo na vida, aprendemos a nos amar. Eu a respeitar o teu desejo de liberdade. Tu a respeitares as mil pessoas que passavam lá por casa.
Ainda hoje no bairro me perguntam por ti. Foste o cão mais simpático que alguém podia ter. Na escola perto de casa todas as crianças gostavam de ti. E era com orgulho que te passeavas com um "GREVE" escrito no teu lombo nos dias das manifestações.
Depois quando a mãe decidiu por o nosso número de casa na tua trela era telefonemas todos os dias. Cheios de pena de ti. Sem perceberem bem que eras livre. Que não precisavas que tomassem conta de ti. Que para lá dos teus donos tinhas uma vida que era tua.
Os vizinhos, por vezes, traziam-te a casa e era com resultância que te recolhias. O que gostavas era da liberdade. Tal cão, tal dono?
Querias-me tanto que por vezes não sabia o que fazer. E querias-me tanto por perto que me atrapalhava. Mas eras o meu amigo incondicional, o meu companheiro, o meu irmão...
Estavas sempre lá, e eu estive sempre contigo. Daquela vez que quase morreste envenenado. Quando ficaste doente.
Tenho saudades tuas Buba. Foste o começo do meu crescimento, da minha vida adulta e das minhas responsabilidades.
E nunca te tinha agradecido. E nunca te tinha escrito. E nunca te tinha dito como me aquecias: os pés, o colo, o coração.
És o maior!!!
PS: A foto não é do Buba, mas é quase. Naquela altura não existiam fotos digitais. Mas assim que tiver uma foto dele mudo esta que está aqui.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Jesus e os Media, ou a construção do nosso futuro global
Juntar Jesus e os Media na mesma frase pode parecer um escândalo. Há muito que queria escrever-vos sobre este tema. A relação complicada que temos com os Media e com Jesus e como estes podem, poderiam interferir na nossa vida.Nos meus devaneios cibernéticos encontrei-me com este senhor: INRI Cristo, que podem conhecer http://www.youtube.com/watch?v=l5FF4w6UkYM ou até http://www.youtube.com/watch?v=kgp-ZXWJZis. (Se quiserem procurar na net poderão encontrar muito mais sobre esta pessoa "curiosa") Este homem diz ser Jesus retornado e não teme as câmaras, nem os Talk-Shows.
Por outro lado, tenho pensado imenso, e já há muito tempo ,no papel dos Media. Trabalhei durante algum tempo numa Agência de Comunicação e, imagino, que o que fiz lá seja igual ao que todas as agências fazem. Confesso que foi surpreendente para mim a forma como as empresas, as agências de comunicação, e os media se relacionam. Há algo de terrivelmente perturbador nessa relação. E o que mais assusta é que os jornalistas, os editores, as empresas falham em perceber o perigo e a deturpação dessa relação umbilical.
Para além disso, os Media alimentam-se entre si, uns informam os outros, as Agências escrevem Press Releases já digeridos para os Media publicaram, as empresas oferecem bilhetes, refeições, presentes, passeios e tudo o mais às Agências e aos Media.
Ainda mais, os Media não acreditam no seu papel formativo, na importância que têm para a educação, o quanto mudam e educam os seus ouvintes, espectadores e leitores.
Hoje o papel é o de surpreender, chocar, sensacionalizar. Tudo o que lemos e vemos e ouvimos vem em formato: tomem lá mais uma para verem como isto anda mal, ou então, eu sei que não acreditam mas realmente aconteceu mais esta desgraça.
Não sei qual é a solução, mas sei que há um problema que ninguém quer analisar, entender e caminhar em direcção a uma solução.
Mas e Jesus no meio disto? Perguntam vocês...
Quando vi o amigo do início a aparecer na TV questionei-me se Jesus voltasse à terra se ele seria televisionado ou não. Isto porque existe uma música fantástica que diz: "A Revolução Não Será Televisionada".
Não sei o que Jesus faria: se teria o seu Talk Show, se faria o milagre do desaparecimento das notícias, ou se expulsaria das suas imediações os jornalistas ansiosos por criar, fomentar, produzir e transmitir mais um escândalo.
Mas cuidado amigos, cuidado amigos jornalistas. O que escrevem, o que dizem, o que pensam não é inconsequente. Se alguém tem responsabilidade acrescida na construção do nosso futuro global são vocês.
Pensem nisso...
segunda-feira, 13 de abril de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
35 Anos de vida

Quero o novo CD d' Os Azeitonas - Vi agora o vídeo Nos Desenhos Animados http://www.youtube.com/watch?v=fwWRe6zrLUc e amei.

Playmobil - Constelações - para poder fazer terapias personalizadas. Cada conjunto comprado cá custa 60 euros - vindo de fora custa 45 euros mais portes, mas podem saber mais aqui.

(OFERECIDO) Livro "Dia a Dia com os Anjos" de Marta Cabeza - explica-se por si. Podem ver mais aqui.

Livro "Curso em Milagres" - explica-se por si. Mas podem saber mais sobre ele aqui.

Qualquer obra sobre constelações - explica-se por si.

Motown 50 Anos - CD triplo. Podem saber mais do album aqui.

Cápsulas Nespresso - em qualquer quantidade e variedade (para a minha super máquina). De preferência com intensidade superior a 6 para poder pôr no leite :D


Telemóvel Nokia N73 ou N78 Vodafone - preferia o N73 mas não sei se ainda se consegue encontrar...

Jogo da Transformação - it mirrors players' lives with amazing accuracy: highlighting strengths, identifying blind spots and bringing fresh perspectives to current challenges. Self discovery and growth become exciting and fun with this extraordinary tool of clarification and communication. Podem saber mais aqui.
Balança de Cozinha Electrónica - A minha mede o que lhe apetece e quando lhe apetece. Queria uma à séria. Esta não é cara Fagor BC-100
- Calças de desporto,
- Calções de desporto,
- Casaco de desporto,
- Bateria extra PSP.





