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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Amor que vale a pena

Uma imagem com rostos coloridos e idênticos

Há muito tempo que procurava pela resposta à grande angústia do meu sentimento. Não sei porquê: talvez educação, talvez meio, talvez genes, mas aprendi que para ser bem sucedida, para ser feliz, precisava de um homem na minha vida que me completasse, que me acarinhasse, que me valorizasse, que fizesse tudo por mim e comigo, e, acima de tudo, que estivesse pronto para passar o resto da vida comigo.

E isso tem sido missão impossível. Desde que comecei a me relacionar. Ainda me lembro do primeiro namorado. Aquele beijo roubado atrás da bancada das revistas da minha rua. O sol estava quente, e a minha mãe esperava por mim na porta de casa. Mas o Carlos puxou-me pela mão, encostou-me contra o vidro quente que tinha um qualquer cartaz com uma capa de revista, e deu-me um beijo.

Aquilo não se podia chamar um beijo, foi uma explosão, um cataclismo, uma bomba atómica. Naquela fracção de segundo, entre o “mas o que é que ele está a fazer” e o “oh meu deus, morri e fui para o céu.” E antes que pudesse perceber, pudesse ter vergonha, pudesse sentir qualquer outra coisa, já ele fugia rua a baixo. Senti-me perfeita, senti-me nas nuvens, como um mar de verão fresco e quente e limpo, que enche o corpo de frescura e alegria.

E depois veio tudo o resto, o encantamento, o pedido de namoro, o passear de mãos dadas, a vergonha do primeiro filme de cinema juntos, os beijos roubados, os beijos oferecidos, os amassos, os ciúmes, as dúvidas, a vergonha, a culpa, a insatisfação e o fim da relação. 

Não acho que seja especial ou diferente. A partir daí aconteceu o que acho que acontece às pessoas. Umas relações melhores, outras piores. Umas com fins bonitos, outras com fins trágicos. Mas sempre, sempre, sempre, com uma sensação absoluta de que faltava qualquer coisa. Que com cada fim vinha uma maior sensação de incompetência, de fracasso, de falhar como mulher, como pessoa.

Agora percebo isso, na altura não. Acabava sempre por ficar revoltada com eles. Porque me traíram, porque não se comprometiam, porque me enganavam, porque não estavam prontos, porque se foram embora. A culpa era dos homens, desses seres velhacos. Mas que tanto desejava na minha vida. Era a profunda dicotomia. Amá-los e odiá-los.

A princípio estava convencida que haveria um para mim. Não era como a minha amiga Sofia, que com o insucesso do seu primeiro amor tinha desistido de amar, ou a minha amiga Paula que se escondia num encadeamento de relações fáceis e vazias.  Eu acreditava que o meu tempo chegaria. 

Mas não chegava, o tempo passava e nada. NADA! Vinte, vinte e cinco, vinte e oito!!!! TRINTA!!!

E assim tomei uma decisão. Investir em mim, no que gostava e no que me fazia feliz. Independentemente de ter alguém a meu lado ou não. Sozinha construí uma casa, um trabalho, amigos e uma vida que me permitia sentir preenchida. Fui descobrindo quem era e montando a minha vida como um puzzle.

E assim passou muito tempo. A viver a minha vida sozinha. Feliz, dentro do que me era possível, mas a sentir que me tinha encontrado. A minha alma sorria. 

Mas o Pedro surgiu, meio bomba atómica, meio tempestade. Eu já não esperava ninguém, mas ele veio. E nesse momento senti-me completa. Preenchida, dentro daquele mar quente e fresco e intenso. Ele fazia-me sentir amada. Ele fazia-me sentir desejada. Ele era tudo. Eu estava de volta no princípio de tudo.

Queria tanto que pus tudo. Despejei o amor, o desejo, o medo, a saudade, a insegurança e tudo o que afinal tinha guardado na minha alma (e muitas das coisas que nem sabia ter guardado) nesta relação nova. E abdiquei de tudo: do trabalho que amava, dos amigos que me acompanhavam, dos exercícios que fazia e me davam tanta paz. Larguei tudo para ficar com ele. 

Eu puxava ele fugia, eu corria ele largava, eu sonhava ele não estava. E quanto mais queria e mais desejava, e mais me colocava nesse desejo ardente de ser dois mais estava sozinha nessa aventura. Quanto mais o queria, menos ele queria. Quanto mais o desejava, menos ele me queria. E tal como tinha vindo desapareceu. Foi. E no camião TIR levou tudo. A minha auto-estima, a minha descoberta, a minha alegria. 

Tinha falhado de novo. Tinha trinta anos e estava de novo sozinha. Sem NADA. Não tinha amor, não tinha relação, não tinha trabalho, não tinha nada. O que raio tinha acontecido? Eu que me sentia tão realizada e forte e segura de mim. Afinal não era nada. Nuvens de fumo onde me tinha sentado. Balões de sabão que rebentavam nas minhas mãos.

Afinal quem era sem a outra pessoa? Quem era sozinha sem relação, sem amor, sem partilha, sem companheiro?

Aterrei fundo no poço da miséria e da tristeza. E lá fiquei. Muito tempo. Zangada com os homens, com o mundo, com tudo. E ele ligava e lá ia. E ele ia embora e lá ficava. Ele era tudo. E sem ele eu nada. E não me conseguia libertar da convição que só ao lado dele seria feliz.

Mas nesse túnel escuro e sem fim apareceu uma pequena luz. Um vislumbre. Uma pergunta que dizia: para poder dar amor não tens de viver esse amor em ti?

A princípio parecia uma daquelas frases feitas. De anúncios de leite, ou de revistas baratas. A princípio a resposta parecia simples e evidente. Eu gosto de mim. Eu amo-me. 

Mas com o tempo, as dúvidas surgiam em mim. E se eu construísse uma vida que pudesse partilhar, uma vida que me enchesse, que me concretizasse, e que acima de tudo não abdicasse por ninguém?

E foi nesse instante que DECIDI! Que escolhi-me em primeiro lugar. "Vou me reencontrar. E nunca mais me vou sacrificar."

E assim foi. Reconstruí a vida, o trabalho, os amigos, a casa, os projectos, as orações, as experiências e continuei a minha aventura de auto-conhecimento. E re-encontrei a alegria de estar em paz. E nesse lugar maravilhoso acabei por criar espaço para outra pessoa.

E agora tenho um novo amor, um amor que me completa e que me faz feliz. Mas este amor não é a minha vida. Este amor é uma parte da minha vida. Que varia em importância dependente do tempo, do que tenho para fazer e de todos os factores que importam na minha vida.

Quando podemos estamos, quando podemos amamos, quando podemos vivemos, e quando não podemos continuamos a ser, a estar e amar. Apenas outras pessoas, outras coisas e outros momentos. 

E isso... Isso é que realmente me faz feliz!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Sexo, amor e corpo sem medo

Nas últimas semanas tenho pensado muito na relação que existe entre o amor e o desejo. Como podem ou não ser exclusivos, e como a nossa sociedade tenta permanentemente encontrar uma estrutura que nos permita gerir algo tão pouco "racional" e "ilmuminado".

Por razões que não me interessa agora abordar julgo termos chegado ao momento mais elevado da nossa castração sexual.

Nesse sentido, só conseguimos tender para duas dimensões diametralmente opostas, ou iguais: o liberalismo sexual extremo (e nesse sentido desconectado, infantil e irresponsável), ou a profunda preservação do corpo ao ponto de ignorar o que sentimos e somos (e nesse sentido infantil, irresponsável e desconectada).

Lidamos muito mal com o corpo e com os sentimentos que este nos desperta. Todos sabemos que existem mil regras sociais para o que é aceite ou não. E que essas mesmas regras provocam por si tantos comportamentos desviantes. Mas na realidade este é um mundo colorido. Homosexualidade, polisexualidade, sozinho ou em grupos, com ou sem adereços: na criatividade há um mundo de possibilidades.

Mas o problema é que nem conseguimos lidar com coisas tão simples como uma atracção (física, emocional, sentimental). Frases como: "estou a brincar", ou "mas sou comprometido", ou "mas ela é casada" são tantas vezes usadas como algema para a castração da nossa libido, ou até da curiosidade. A monogamia acaba por ser imposta e não conquistada. Não há espaço para a descoberta. E depois casamos, descasamos, traímos e somos traídos, temos filhos e deixamos de os ter. Temos amantes, namorados, affairs, esposas ou companheiros.

Por outro lado, ainda há uma noção quase "burguesa" que o amor verdadeiro só aparece uma vez e só se pode incidir sobre uma pessoa. E sobre isso (na série Bones):

Angela Montenegro: Tu tens esta noção burguesa...
Dr. Lance Sweets: Burguesa?
Angela Montenegro: ...que para o amor ser real ele tem de ser permanente. Não há nada permanente. Isto é um facto. Começamos e deixamos de amar outras pessoas, mas isso não faz o amor ser menos real.
Dr. Lance Sweets: Mm-hmm, talvez estejas a dizer isso porque nunca encontraste o amor da tua vida.
Angela Montenegro: Sim encontrei. Várias vezes.

Neste sentido acredito que o amor não é nem permanente, nem exclusivo por defeito. Ele só o pode ser por construção, por escolha, e por caminho percorrido (somos realmente uma sociedade sem noção da importância do trabalho e dos limites). Mas se não nos atrevemos a fazer as perguntas, a experimentar as respostas e a descobrir o nosso sentido que garantia temos de encontrar a felicidade?

Não sou a favor da irresponsabilidade sexual, mas acredito que o processo de auto-conhecimento do corpo, e o diálogo que ele exige, é fundamental para a evolução da humanidade. Dialogar, com palavras ou acções sobre o corpo, o sexo, as pilas e as vaginas, partilhar o que gostamos e o que tememos, o que queremos experimentar, vive tantas vezes aprisionado pela razão, pela vergonha ou pelo medo, que nunca conseguimos chegar a descobrir o que somos, e o que queremos.

O nosso corpo é expressão maravilhosa da nossa alma, e a sua aventura torna-nos maiores.

Por isso o diálogo é preciso, sem certo, nem errado, e com coragem de experimentar, de ser responsável e sensato nas suas descobertas, e na procura do que nos dá prazer e quais são os limites que isso encerra.

Isso é amor por nós!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Amor

Sobre o amor é muito interessante ver duas personagens de uma série dizerem coisas que considero tão pertinentes:

"Bones: The Skull in the Sculpture (#4.7)" (2008)
Dr. Lance Sweets: [Sitting together at a restaurant over dinner helping Angela work out her feelings and how she should go about her pursuing a her relationship with Roxie] It's exactly the same situation as the last time you were sitting here. Except, you know, you're quieter.
Angela Montenegro: No, that was about Hodgins. This is about Roxie.
Dr. Lance Sweets: [Loudly] You want to have sex with Roxie!
Angela Montenegro: What was that about quieter?
Dr. Lance Sweets: I'm sorry, I'm not certain you're being guided by your brain, that's all. Need can be confused with love. Fantasy can convince us that what we are feeling is love.
Angela Montenegro: So, you're saying is that this is all rebound?
Dr. Lance Sweets: Yeah.
Angela Montenegro: No, you don't understand love, Sweets.
Dr. Lance Sweets: I'm not as innocent as you might think.
Angela Montenegro: You have this bourgeois notion...
Dr. Lance Sweets: Bourgeois?
Angela Montenegro: ...that in order for love to be real it has to be permanent. Nothing is permanent. That's just a fact. We move in and out of loving other people, but that doesn't make the love any less real.
Dr. Lance Sweets: Mm-hmm, perhaps you're saying this because you haven't met the love of your life.
Angela Montenegro: I have actually. Many times.
Dr. Lance Sweets: Fine. It seems to me that you always leave yourself an escape hatch in your relationships, because you afraid of commitment.
Angela Montenegro: Nice try. But no. Actually, I commit to every person I love.
Dr. Lance Sweets: You marry a man and then conveniently forget that you married him because you got zonked on Kava Kava. That compromises your relationship with Hodgins so that ends, along with the marriage. Now you say you have these intense feelings for an ex-lover whose heart you've already broken. Don't you see the potential disaster here?
Angela Montenegro: Look, you said that, without the possibility of pain, there can be no joy, no real love.
Dr. Lance Sweets: I said that? That's beautiful.
Angela Montenegro: Look... I don't want to hurt Roxie again.
Dr. Lance Sweets: Then Don't. Don't. Put her welfare first. Let Roxie decide if she's ready to pursue this relationship.
Angela Montenegro: Okay. And what if she doesn't?
Dr. Lance Sweets: Then I'm afraid you'll have to live with that pain.



A minha parte favorita é:

Angela Montenegro: Tu tens esta noção burguesa...
Dr. Lance Sweets: Burguesa?
Angela Montenegro: ...que para o amor ser real ele tem de ser permanente. Não há nada permanente. Isto é um facto. Começamos e deixamos de amar outras pessoas, mas isso não faz o amor ser menos real.
Dr. Lance Sweets: Mm-hmm, talvez estas a dizer isto porque nunca encontraste o amor da tua vida.
Angela Montenegro: Sim encontrei. Várias vezes.

terça-feira, 22 de abril de 2008

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Amor Abundante

por Bernardo Ramirez (Jardineiro e Curadeiro)


Sou estruturalmente solitário. Há um bichinho solitário que se passeia dentro de mim. Nos meus melhores dias ele está tão enterrado que nem sinto que ele existe. Nos piores ele andam tão à flor da pele que não sinto outra coisa.

Já aprendi que este sentimento é mais ou menos imune ao que acontece no mundo exterior. Objectivamente há muito amor à minha volta, mas tantas e tantas vezes ele não entra. Tipo porta fechada. Trancas na porta.

Esta semana foi a excepção. O meu dia de anos (1 de Abril só para os mais distraídos) foi maravilhoso. E a festa de aniversário que se seguiu ainda melhor.

No meu dia os telefones, emails e pombos correios não pararam de me bater à porta do coração. "Parabéns Bernardo". E eu ficava mais cheio um bocadinho. Tanta gente. Mesmo os que não tive ainda o prazer de conviver pessoalmente se lembraram de mim. Sinte-me abundantemente amado.

E na minha festa de anos - e na noite anterior com umas visitas meio surpresa, e nuns jantares de houve pelo meio - foi ainda a perfeita continuação desse sentimento. As pessoas passaram e ficaram todas por lá. A dialogar com alegria e com serenidade. Amigos velhos, amigos novos. Presentes novos (duas máquinas de pão [não há fome que não dê em fartura], máquina de cortar o cabelo, cheques Fnac, livros, filmes). Tudo sem nada em excesso e com muito prazer.

Não podia ter sido melhor. E esse bicho solitário quase morreu.

Sei que este é um prenúncio de muita alegria, de um ano cheio de vida, de novidades, de amor, de crescimento e queria agradecer-vos a todos. De coração escancarado. Por todo o amor que me oferecem, todos os dias. Mesmo quando teimo em não ver. Sei que estão aí. Honro e retribuo esse amor.

Obrigado

terça-feira, 25 de março de 2008

O que é o AMOR afinal?

Isto é o AMOR!




É Isso Aí
Ana Carolina

Composição: Damien Rice (vers.: Ana Carolina / N. Siqueira)

É isso aí
Como a gente achou que ia ser
A vida tão simples é boa
Quase sempre
É isso aí
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua

Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não sei parar
De te olhar

É isso aí
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade

É isso aí
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos a escolher seus amores

Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar de te olhar

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Ano Novo Vida Nova

Este novo ano vem com a promessa de nos renovar. De encher o nosso peito de alegria, de paz, de abundância e de muito sucesso. É tão bom.

Ontem estive com a minha F. a fazer uma lista de todas as qualidades que conseguíamos encontrar um no outro. Foi uma lista enorme, cheia de verdade e com um pouco de exagero. Mas o amor é assim, cheio de qualidades. É por isso que vale a pena, e que nos faz melhores e maiores.

Tenho reflectido muito sobre os altos e principalmente sobre os baixos. E o amor não é estar de acordo, nem é perceber, nem é gostar, é aceitar, é apoiar, é ficar. Ficar mesmo quando não se concorda, não se percebe, nem se entende.

Amar é ficar. Quando tudo o resto falha. Amar é ficar, mesmo quando tudo não faz sentido. E, acima de tudo, amar é decidir, é decidir ficar.

Amar é decidir ficar.

Eu e a F. apesar dos baixos, e fortalecidos pelos altos, decidimos ficar, e cada dia que passa ficamos mais comprometidos. Um com o outro, com a alegria, com o amor, e com a esperança.

Na diferença encontramos o caminho que nos une. E neste novo ano, a nossa relação saí renovada e fortalecida. No novo ano, no novo mês, na nova semana, no novo dia...

Ficamos os dois. E é tão bom, e vai ser ainda melhor.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Sobre o ano que foi e o ano que vem


Há tantas coisas para agradecer:

O que aprendi, quem amei e me amou, quem me corrigiu e quem me perdoou, quem me sorriu, quem chorou, quem disse olá e quem disse adeus, quem me ensinou e quem quis aprender, quem esteve mais perto e quem esteve mais longe.

Mas de tudo, de tudo o que vale e é valioso fica a imagem desta criança incrível, que não pára de sorrir, e que me recebe sempre de braços abertos e que me ensina que tudo vale a pena.

Foi um ano fantástico mas tenho a certeza que o próximo vai ser ainda melhor.

Para o ano vamos todos ter um ANÃO GIGANTE (piada fraquita mas tinha prometido que vinha aqui parar)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Alegria


Não deve haver alegria maior que descobrir que vamos ajudar a construir uma nova vida. Que em parte vem de nós e é parte de nós. Alegria para mim de fazer parte da vida da A. e do J. Parabéns AMIGOS

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Dança da Mudança

Terminei este fim de semana o meu curso de Constelações Organizacionais.
Ontem organizei o primeiro semi-workshop sobre o tema da mudança.

Estou a concentrar as minhas energias para partilhar convosco o que tenho reflectido sobre a vida e sobre o que é a mudança.

Para isso vou organizar um workshop com o título "Dança da Mudança"

Espero que queiram vir participar nesta aventura comigo.

AINDA E SEMPRE SOBRE O AMOR

"Quero ser eu. Quero ser crescida e quero muito que me amem como sou." diz a S.

Estar é sempre amar, é sempre insistir, é sempre querer recomeçar.
Amar é viver, é não temer, é enfrentar.
Amar é sorrir, é perdoar e é aprender.
Estar a dois é primeiro e sempre estar.
Sem dois, sem três e sem quatro, mas apenas estar.
Amar é ser e é estar.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Dupla Celebração

Estes últimos dois dias foram de festa. Há tanto para fazer, e tão pouco tempo, que ainda não deu para festejar mas há muita alegria no ar. Ontem foi a tese da F que seguiu para a orientadora em versão final. Hoje faz um ano que eu e a F vivemos juntos. Não podia estar mais feliz. Ontem acabou uma fase para hoje começar uma nova. Viva o conhecimento, viva o amor.

sexta-feira, 23 de março de 2007

Abraços Completamente de Borla !!!

"Sabe a história antes de assistir o vídeo:

Há um ano atrás, Juan Mann era só um homem estranho que ficava parado na Pitt Street Mall em Sydney, Austrália, oferecendo abraços de graça para as pessoas que passavam pelas ruas. Certo dia, Mann ofereceu um abraço a Shimon Moore, o líder da banda Sick Puppies e, desde então tornaram-se bons amigos.

Certo dia Moore decidiu gravar Mann fazendo sua campanha por "Free Hugs. À medida que o Free Hugs atingiu proporções maiores, o conselho da cidade tentou banir a campanha .Então Mann e seus amigos fizeram uma petição com mais de 10.000 nomes apoiando a campanha do abraço de graça.

Quando a avó de Mann morreu, Moore decidiu mixar o vídeo que ele tinha feito do Free Hugs com a música All the Same, que ele havia gravado com a sua banda Sick Puppies.

Vale a pena conferir o vídeo.

Um filme que apresenta uma verdadeira história que inspira humanidade e esperança. Algumas vezes um abraço é tudo que precisamos. Free Hugs é uma história real, sobre um homem que acreditava que sua missão era “trazer alegria na vida das pessoas através de um abraço."

Note que o vídeo é em pb e só ganha cor após Juan Mann receber o seu primeiro abraço.

Um abraço para você!!!!!!!!!!"

Visite http://www.free-hugs.com/


terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Todos















Somos todos juntos...

Somos um mundo melhor...

Somos alegria...

Somos amor...

Somos esperança...

Somos, todos juntos, um mundo melhor!

foto by: .....***Sissi***.....

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Aquilo que me ilumina o rosto

Tenho passado muito tempo a reflectir sobre os temas, as coisas, que mexem comigo, que me fazem sentir, viver, amar. Quem não me conhece pensará: que maluco este, não deve ter nada para fazer! Os que me conhecem já sabem que me entretenho com estas coisas da vida.

E foi assim que cheguei à brilhante e também óbvia conclusão: os dois temas centrais da minha vida são a Fé e as Relações (nas suas diversas dimensões).

A fé porque nascemos e somos pessoas de fé: fé em nós, nos outros, em Deus, no mundo, na morte, na saudade, na alegria ou na tristeza. Porque vivemos porque acreditamos ou acreditamos que vivemos. Porque somos feitos de força e esta só pode advir da fé e da convicção na sua existência.

As relações porque tudo no mundo são relações. Porque me apaixona a complexidade, a dúvida, as dificuldades, as formas de comunicação e de complicação. Porque também na comunicação tem de existir fé. Porque temos de acreditar...

Não sei bem em quê ou onde poderia juntar estes dois grandes temas profissionalmente, mas posso-vos garantir que era nestes temas que gostaria de centrar a minha vida. Se souberem de algo, avisem :)

joãozinha disse...

A mim, entre muitas outras coisas, também me ilumina o rosto ler-te! Beijos e bom ano. Que em 2007 consigamos ser pessoas de rostos e corações ainda mais iluminados.

29 Dezembro, 2006 11:32

diana banana disse...

Quando eramos novos e mais inocentes, tu dedicavas á Astrologia o tempo que eu sempre achei que devias dedicar á vida.

Ler, compreender e ajudar os outros é uma tarefa que te aconselho a seres, para seres inteiro.

Beijão meu carneirão

02 Janeiro, 2007 03:00

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Podia até ser!


Podia até ser:

Que o mundo ficasse melhor,
que vivessemos em paz,
que as pessoas sorrissem,
que houvesse compreenção,
que o amor fosse jovial e leve,
que todos quisessem o bem,
que o mundo brilhasse tranquilo,
que todos tivessem o que quisessem...

Vamos fazer os possíveis?

FELIZ NATAL PARA TODOS

foto by .....***Sissi***.....

quarta-feira, 19 de outubro de 2005

A mulher

O Talmud é um livro onde se encontram condensados todos os depoimentos,ditados e frases pronunciadas pelos Rabinos através dos tempos.

Tem um que termina assim:"Cuida-te quando fazes chorar uma mulher, pois Deus conta as suas lágrimas.A mulher foi feita da costela do homem, não dos pés para ser pisada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser igual....debaixo do braço para ser protegida e do lado do coração para ser amada".

Obrigado HR

segunda-feira, 3 de outubro de 2005

Entre o Amor e a Paixão

Ontem, na minha insónia, dei mais uma vista de olhos ao filme Captain Corelli's Mandolin. Há uma parte onde um pai explica à filha (e também personagem principal Penelope Cruz) a diferença entre paixão e amor. Vale a pena ler:

"
When you fall in love, it is a temporary madness. It erupts like an earthquake, and then it subsides. And when it subsides, you have to make a decision. You have to work out whether your roots are become so entwined together that it is inconceivable that you should ever part.
Because this is what love is.
Love is not breathlessness, it is not excitement, it is not the desire to mate every second of the day. It is not lying awake at night imagining that he is kissing every part of your body.
No... don't blush. I am telling you some truths.
For that is just being in love; which any of us can convince ourselves we are. Love itself is what is left over, when being in love has burned away. Doesn't sound very exciting, does it? But it is!"