sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Comentários valorizados

A pedido de um amigo decidi tentar descobri um modo de valorizar os comentários que são feitos aos meus textos.

Aprecio-os muito, mas por vezes ficam perdidos na scroll bar do Bom Tempo no Canal.

Assim agora já se pode ver em cada post o nome de quem comentou. E na barra lateral também se pode ver quais são os comentários mais recentes, e quem os fez.

Para além disso carregando nos nomes podemos ir directamente para os comentários, comentando-os.

Espero que gostem.

É o Nosso Seu Jorge

Não sei se já ouviram falar dele. Mas vale a pena ouvir.

Descobri-o meio por acidente. Ouvi falar de um álbum que decidi descobrir: The Life Aquatic Studio Sessions

Esta era uma banda sonora de um filme, e que resultava da apropriação de músicas antigas do David Bowie, que o Seu Jorge teria traduzido para português dando ao som da música uma certa dinâmica Bossa Nova.

O filme “The Life Aquatic” é uma parodia romântica à vida e obra de Jacques Cousteau (aliás Bill Murray tem um papel fantástico no filme - faz de Cousteau, mais precisamente de Steve Zissou).

Adorei – aliás podem ouvir um cheirinho aqui.

Ele não traduziu literalmente as letras, e pelo que se sabe, David Bowie gostou muito da adaptação (vejam aqui o artigo do VH1). Já li muita coisa sobre o cd: há quem adore, há quem odeie. Eu adoro! Ele e a viola debaixo de água e cheios de emoção.

Mas para os mais cépticos e para todos os outros, deixo aqui a letra de uma das minhas músicas favoritas:

Seu Jorge - Life On Mars?
Seu Jorge (trad. David Bowie)

Muitas vezes o coração
Não consegue compreender
O que a mente não faz questão
E nem tem forças pra obedecer
Quantos sonhos já destrui
E deixei escapar das mãos
Se o futuro assim permitir
Não pretendo viver em vão

Meu amor, não estamos sós
Tem um mundo a esperar por nós
No infinito do céu azul
Pode ter vida em Marte

Então, vem cá me dá a sua língua
Então vem, eu quero abraçar você
Seu poder vem do sol
Minha medida
Meu bem, vamos viver a vida
Então vem, senão eu vou perder quem sou
Vou querer me mudar para uma life on mars

Muitas vezes o coração
Não consegue compreender
Onde a mente não faz questão
E nem tem forças pra obedecer
Quantos sonhos já destrui
E deixei escapar das mãos
Se o futuro assim permitir
Não pretendo viver em vão

Meu amor, não estamos sós
Tem um mundo a esperar por nós
No infinito do céu azul
Pode ter vida em Marte

Então, vem cá me dá a sua língua
Então vem, eu quero abraçar você
Seu poder vem do sol
Minha medida
Meu bem, vamos viver a vida
Então vem, senão eu vou perder quem sou
Vou querer me mudar para uma life on mars


PS: Se puderem ouçam também um álbum dele com a Ana Carolina – esse também nos arrepia a espinha

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Grande Mistério da Vida

Somos parte integrante deste grande e maravilhoso mistério da vida, que é a própria vida.

E essa vida, em nós, nas nossas relações, no nosso sentimento, na nossa emoção é o Amor.

E o Amor é também esse grande e maravilhoso mistério.

Afinal será que a vida e o amor são uma e a mesma coisa?

sábado, 25 de novembro de 2006

Palavras para quê?

As palavras confundem-me, encantam-me, baralham-me e tornam a se distribuir.
As palavras são tantas, com tantos sentidos, com tantas intenções, com tantas preposições.
As palavras são.
Dizem e desdizem. Mentem ou pronunciam a verdade.
As palavras são apalavradas, são escritas, são ditas, são omitidas, alteradas, adaptadas, traduzidas e interpretadas.
As palavras são de todos e de ninguém.
O mundo é das palavras e são elas que constroem o mundo.
Desengane-se quem acha que as tem, que são suas, que as domina, controla ou manipula.
As palavras são como tudo.
Só pertencem a quem as diz ou escreve até alguém as ouvir ou ler.
São o processo.
As palavras somos nós.

Ontem chuveu-me na cabeça

Fiquei com o juizo todo molhado. Mas a chuva não faz mal. Refresca e renova. E até as plantas gostam.

domingo, 19 de novembro de 2006

Estou feliz com o inesperado!

Com o crescimento tenho descoberto diferentes coisas na vida. Uma das mais importantes é que nem sempre o que acaba é mau, e nem sempre o que se começa é bom. Ou ao contrário, nem tudo o que acaba é bom, e nem tudu o que começa é mau. Mas eu explico melhor.

Tantas vezes acontece a nossa vida entrar num período de ruptura, em que as coisas que tomávamos como certas desaparecem de alguma forma. Acabam, destroem-se ou apenas deixam de existir. Ou então, somos questionados no que sentimos, no que dizemos e no que fazemos.

Durante muito tempo esses períodos eram muito dolorosos. Muito assustadores, muito intimidatórios.

Agora concluí que eles são: primeiro, parte da vida, não podemos viver sem eles; segundo, que transportam a semente da mudança, que acontecem porque abrem a porta a outras coisas, melhores, maravilhosas, ou apenas diferentes e importantes.

E por isso descobri que, quanto menos resistir, melhor. Acelero a chegada do novo, do que me estava destinado.

Hoje estou feliz!!! Muito feliz!!! Tantas vezes sonhei, pensei e planeie para que me acontecesse... E esta semana, sem saber, sem estar pensado aconteceu. Assim, de mão beijada, com uma imensa alegria. E eu só tive que dizer que sim!