quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Humanidade - reflexos que reflectem

No outro dia estava a preparar o meu workshop de Constelações Familiares em Penamacor (já agora recordo que é dia 15 e 16 de Novembro) e andava à procura de uma imagem e de um tema para as minhas consultas individuais (para quem não sabe as Constelações podem ser feitas em consultas individuais e privadas).

Achei que o tema "Mais Sobre Quem Sou" era um tema perfeito pois me ligava, nas minhas questões profundas, às questões profundas do outro.

Sem saber muito bem procurei uma imagem para o conceito e encontrei-me com esta que imediatamente escolhi.

Se ainda não perceberam nada espero conseguir ser mais claro agora:

Adoro a humanidade: primeiro, a minha em particular; depois, a do mundo em geral. Gosto de pessoas. Dos seus seres, dos seus pareceres e dos seus quereres.

O homem humano fascina-me: seja o rapaz de calções a correr com um blusão fluorescente, ou a senhora que me pede dinheiro no vidro do carro com sinais misteriosos. Seja o condutor do autocarro (demasiado rápido) ou da pele africana que brilha um castanho doirado ao sol.

Adoro que pensemos tanto em nós e nos outros. Adoro a complexidade da comunicação. E o excesso de informação da Internet.

Nós somos fantásticos, multicoloridos, diversificados e complexificados. Somos.

E neles vejo sempre um pouco de mim, de mim feliz e grávido, ou de mim de cabelo branco e bengala. De mim jovem executivo numa Vespa Preta Brilhante (já faltou mais para a vespa).

Gosto dos cheiros e das cores, dos sons e da confusão. De como a cidade se esvazia de pessoas e parece que todos desapareceram, para no segundo a seguir sermos atropelados por pessoas que estão mais ali do que aqui.

É este mundo humano que amo, que me humaniza e que ermaniza.

Sejam todos bem vindos ao meu mundo.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Penamacor - Constelações Familiares e Pedagogia Sistémica com Bernardo Ramirez - 15 e 16 de Novembro

É ESTA A FAMÍLIA QUE EU TENHO?!

Workshop de Constelações Familiares com Bernardo Ramirez


Porque hoje todas as famílias são diferentes...

Todos temos o direito de pertencer.Mas nas novas famílias qual é o nosso lugar? Somos afinal parte de família de onde viemos? E qual é o nosso lugar na nossa família actual?

Data: 15 de Novembro de 2008

Horário: das 10 às 18 horas

Local: Moinho do Meneio, Penamacor

Preço: 36 Euros

Inscrições:

Anabela Martins
Tel: 918 904 233
Email: anabela.almeida.martins@hotmail.com



MAIS SOBRE QUEM SOU...

Atendimentos Individuais em Constelações com Bernardo Ramirez

Data: 16 de Novembro de 2008

Horário: cerca de uma hora e meia por consulta

Local: Moinho do Meneio, Penamacor

Preço: 40 Euros


Inscrições:

Anabela Martins
Tel: 918 904 233
Email: anabela.almeida.martins@hotmail.com


O que são Constelações?

Criadas por Bert Hellinger, as constelações são representações de uma imagem interna de um sistema na nossa vida, seja ele familiar ou profissional. Nesse sistema existe informação sobre lealdades, sobre sentimentos, sobre vínculos e nós. Ou seja, todos temos uma imagem interna, consciente ou inconsciente, dos nossos sistemas. Essa imagem, através das constelações, é apresentada revelando as dinâmicas desse mesmo sistema e dirigindo o próprio sistema para uma melhor situação.


Bernardo Ramirez (nascido em 1974), é apaixonado pelos seres humanos e pela vida. Encontrou-se nas Constelações e por essa razão formou-se em Constelações Familiares e Organizacionais. Coordena a Clínica Social do Espaço PSI, e desenvolve em parceria o projecto da Pedagogia Sistémica (porque as escolas representam o futuro). Tenta ser um Estudante permanente e interessa-se por temas de Desenvolvimento Humano, da Comunicação e pela Tecnologia em geral. Formou-se em Comunicação e Novas Tecnologias.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

É esta a família que eu tenho?!

É ESTA A FAMÍLIA QUE EU TENHO?!

Workshop de Constelações Familiares com Bernardo Ramirez


Porque hoje todas as famílias são diferentes…

Todos temos o direito de pertencer. Mas nas novas famílias qual é o nosso lugar? Somos afinal parte de família de onde viemos? E qual é o nosso lugar na nossa família actual?


Data: 25 de Outubro de 2008

Horário: das 10 às 18 horas

Local: Espaço Psi - Carcavelos (ver mapa aqui)

Preço: 40 Euros

Inscrições (agradeço a inscrição antecipada): info@bernardoramirez.com ou 966 220 808

(colegas facilitadores ou alunos da formação em Constelações Familiares têm entrada gratuita)


O que são Constelações?

Criadas por Bert Hellinger, as constelações são representações de uma imagem interna de um sistema na nossa vida, seja ele familiar ou profissional. Nesse sistema existe informação sobre lealdades, sobre sentimentos, sobre vínculos e nós. Ou seja, todos temos uma imagem interna, consciente ou inconsciente, dos nossos sistemas. Essa imagem, através das constelações, é apresentada revelando as dinâmicas desse mesmo sistema e dirigindo o próprio sistema para uma melhor situação.


Bernardo Ramirez (nascido em 1974), é apaixonado pelos seres humanos e pela vida. Encontrou-se nas Constelações e por essa razão formou-se em Constelações Familiares e Organizacionais. Coordena a Clínica Social do Espaço PSI, e desenvolve em parceria o projecto da Pedagogia Sistémica (porque as escolas representam o futuro). Tenta ser um Estudante permanente e interessa-se por temas de Desenvolvimento Humano, da Comunicação e pela Tecnologia em geral. Formou-se em Comunicação e Novas Tecnologias.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Dificuldades

Em vários momentos nossos perguntamos-nos sobre a importância, o valor, a pertinência dos acontecimentos, dos nossos acontecimentos, dos nossos momentos.

Na ânsia de algo melhor, de algo novo, achamos, ou queremos acreditar, que o duro nos passa ao lado, não nos toque, não nos invade, não nos ocupa.

E nunca é assim... No meio da vida de que fugimos ou evitamos o universo dirige-nos ao conflito, à dúvida. Diz-nos na cara: Estou aqui! E agora? Sorri brincalhão e provocador.

E nós, no meio da fúria e da dor não entendemos, não suportamos a ironia e o humor. E ficamos revoltados. Ficamos gastados e consumidos. E a nossa fúria amplia ainda mais o cansaço e a revolta. Que depois alimentam a frustração. E, quase sem perceber, o mundo está a acabar. (sem tantas vezes descobrirmos a origem do mesmo).

A mim apenas servem duas coisas. E por isso as partilho convosco. Porque todos passamos por isto.

1 - Dar tempo ao tempo, e ter a paciência para saber que tudo se resolve e que há solução para tudo;
2 - Tentar por-me de fora para ver melhor o que está a acontecer, e desse ponto fora de mim, tentar avaliar as possibilidades, hipóteses e escolhas.

Quando se trabalha com Constelações vê-se muito que os obstáculos são tantas vezes recursos e que os recursos são tantas vezes obstáculos.

Viva a vida em mim e em ti.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Ex-Carro Azul

Há uns meses atrás fui à medica chinesa que me arranja as diferentes avarias que o meu corpo tende a apresentar de quando em vez.

Deitado na marquesa cheio de ventosas e agulhas variadas a Dra. pergunta-me no seu português: "De que cor é o seux carro?". Confesso que fiquei perplexo. Seria que a cor do carro influenciava o meu estado de saúde? Isso seria muito curioso, e a minha mente, amiga do invisível, pôs-se logo a fazer associações fantásticas.

"A cor do meu carro é azul doutora." respondi curioso.

A resposta dela não podia ter sido mais surpreendente. Volta-se para mim, com os olhos bem abertos, surpreendida e diz-me:"Azur??? Verrde, quer dizer verrde."

Agora ainda mais surpreendido me sentia. Querem ver que o meu sintoma é característico de quem tem um carro verde? Então porque será que tinha um carro azul? "Não doutora, é azul."

A doutora parecia cada vez mais admirada. Na sua surpresa só olhava para mim incrédula. Como se toda a ciência de validação cromática das viaturas dos seus pacientes estivesse posta em causa. Eu também não sabia o que dizer.

De repente, a pessoa que ia comigo começa a rir-se à gargalhada, compulsivamente. E eu e a doutora olhámos para ela com surpresa crescente. A pessoa, depois de acalmar um pouco, diz-me: "Não é o carro. É o escarro!!!".

Estivemos umas boas horas a rir sem parar. Mesmo com agulhas e ventosas, se não tivessem funcionado, a sessão de risota terá sido certamente terapêutica.


Hoje lá voltei. E a doutora repetiu a pergunta do costume: "De que cor é o seux carro?" Mas eu agora já sabia. Nessa não me apanha duas vezes.

domingo, 7 de setembro de 2008

Autor do livro Intimidade (e de tantos outros)

OSHO originalmente é um título de reverência concedido a certos mestres na tradição Zen do Budismo. Por exemplo, "Osho Bodhidharma".

Atualmente, o título é mais comumente relacionado com o controvertido filósofo indiano originalmente conhecido como Bhagwan Shree Rajneesh.

in Wikipedia

Osho graduou-se em Filosofia na Universidade de Sagar com honras de primeira classe. Foi professor na Universidade de Jabalpur por nove anos. Enquanto isso, ele viajou por toda a Índia dando palestras e campos de meditação.

Por mais de 35 anos, Osho trabalhou diretamente com pessoas que vieram a ele, compartilhando a sua visão do "Novo Homem" e as inspirando a experimentar uma vida baseada na meditação. Fazendo uma ponte entre as antigas verdades de épocas mais simples com a realidade atual do homem, ele criou numerosas técnicas que abriu caminhos para que os buscadores experimentassem a máxima experiência. Vendo que se precisava lidar com as complexidades da vida, ele trabalhou muito intimamente com eminentes terapeutas do ocidente para criar novas terapias baseadas na meditação.

Osho deixou o seu corpo em 19 de janeiro de 1990. Apenas algumas semanas antes, foi-lhe perguntado o que aconteceria ao seu trabalho depois que ele se fosse. Ele disse:


"A minha confiança na existência é absoluta. Se existe alguma verdade naquilo que estou dizendo, ela irá sobreviver... As pessoas que continuarem interessadas no meu trabalho, simplesmente irão carregar a tocha, mas sem impor nada a ninguém..."
"Eu permanecerei como uma fonte de inspiração para o meu povo... Eu quero que eles façam crescer, por si mesmos, qualidades como amor, ao redor do qual nenhuma igreja pode ser criada, como consciência, que não é monopólio de ninguém; como celebração, regozijo, e que permaneçam inoscentes, com os olhos de uma criança..." "Quero que o meu povo conheça a si mesmo, que não sigam as expectativas dos outros. E a maneira é ir para dentro de si."

Milhares de discursos foram publicados em mais de 650 volumes, incluindo traduções em mais de 30 línguas, grande parte dos quais está disponível nas suas gravações originais em áudio e vídeo.

A cada ano, cerca de 10.000 pessoas viajam à Osho Commune International para participar do "Buddhafield" (o campo de energia de um Buda), onde muitas meditações, atividades criativas e programas de crescimento são oferecidos.


"Minha mensagem não é uma doutrina, não é uma filosofia. A minha mensagem é uma certa alquimia, uma ciência da transformação." OSHO

in Portal Verde