segunda-feira, 11 de setembro de 2006

11 Setembro - Há Metafísica o Bastante em Não Pensar em Nada

Sempre gostei das teorias da conspiração. Principalmente porque muitas vezes senti que não existiam respostas suficientes naquilo que o universo político e os media nos transmitem.Ontem vi um documentário muito interessante na RTP1 chamado Loose Change. Para os interessados basta ir a http://www.loosechange911.com/ e assistir ao mesmo programa.

Convido-vos a não tirar conclusões precipitadas, mas a não deixar de levantar as questões pertinentes e necessárias.

“Come chocolates pequena, come chocolates” parece ser a escolha de muitos. É sempre mais fácil “comer” o que nos servem ser ter dúvidas, sem perguntar, sem duvidar.

O que ocorreu no dia 11 de Setembro de 2001 foi uma tragédia mundial. Causou sofrimento em todos os que são a favor da vida e da esperança. Não devia ter acontecido, mas aconteceu.

Todos temos direito, e em especial os americanos, de saber a verdade de tudo o que ocorreu nesses dias.

Aqui deixo-vos apenas alguns dos pontos que o documentário levantou e que são muito interessantes:

- Nunca um prédio caiu devido a um fogo ou a acidentes estruturais como os ocorridos nas torres gémeas (nomeadamente prédios que arderam 24 horas ou que sofreram embates de aviões);

- É fisicamente impossível um boeing deixar tão poucos danos no edíficio do Pentágono e não deixar marcas no relvado circundante;

- Está provado que as probabilidades de um telemóvel funcionar dentro de um avião são de 0,006 por cento e não então há registo de centenas de telefonemas;

- Cerca de 9 dos assumidos terroristas que morreram nos atentados encontram-se vivos e de boa saúde e não estavam nos EUA na altura dos atentados;

- Num acidente de avião nunca aconteceu os corpos desaparecerem como o que caiu na Pensilvânea.

Há questões sem resposta. Naquele dia o mundo mudou um pouco mais, para pior. A justiça é um direito da democracia, bem como o acesso a informação clara e livre.

Fomos todos atrás do chocolate que nos serviram. Porque sabe bem, porque está embalado, porque o do lado também o estava a comer.

Mas afinal: queremos ou não descobrir a verdade? Viver num mundo melhor? Mais claro? Mais transparente? Mais sério?