terça-feira, 12 de setembro de 2006

A dormir, acordado, a dormir, acordado

Li uma vez num livro uma teoria “divertida” sobre a realidade e sobre o mundo. A mesma dizia que nós estamos neste mundo quando estamos a dormir, ou seja, que a nossa vida é um sonho. E que quando, neste sonho, dormimos é quando nos aproximamos da nossa verdadeira realidade.

Hoje lembrei-me dos meus entusiasmos, e dos entusiasmos em geral. Num minuto acordamos e decidimos que queremos isto ou aquilo, que o que nos faz falta é isto ou aquilo, que desejamos este ou aquela.

E depois passa o entusiasmo e voltamos a dormir, até acordarmos de novo com pressa para fazermos o que queremos, e ter o que desejamos.

Acredito que há um certo objectivo final na constância, na permanência, na tranquilidade.

Era Agostinho da Silva que dizia: “Não faço planos para o futuro para não atrapalhar os planos que o futuro tem para mim.”