quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Sim

Dedicado à Mónica (porque é importante o encontro)


sim vejo para além do aparente
e então?
não é bom?
ver?

a minha alma quer coisas diferentes,
não com menos trabalho,
mas com mais verdade.
com menos vergonha,
com menos culpa,
com menos julgamento.
gostava de poder amar
quando me apetece,
e quem apetece,
sem certo nem errado.
segredar a verdade da alma com um sorriso,
e agradar,
e aproximar,
e sentir que vamos juntos,
que há gente nesse percurso,
que quer ir,
que quer vir,
que não receia,
experimentar...
arriscar...
a verdade é uma coisa boa!

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Habilidade


Amiga L. és uma artista. Isto é só para quem sabe.

Que sortudos somos!

Para quem conhecer mais do trabalho desta incrível artista alimentar carregue aqui.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Convite


Sonha com o que queres ser amanhã, acredita que vais ser, e SERÁS!

Coragem Fé Esperança


Gosto de trabalhar, gosto da responsabilidade, gosto de partilhar. E sinto-me muito feliz assim!

Família Ramirez

Desde que nasci (não podia ser de outro modo) que pertenço a duas famílias: a do meu pai e a de minha mãe. Curiosamente, isso não poderia implicar diferenças mais profundas.

Hoje, a da minha mãe somos ela e eu (e algum primos afastados), enquanto que a do meu pai, contabilizado neste Natal de 2007, ronda os 140 elementos(há quem diga que éramos 124). São oito filhos, vinte e oito netos e mais tantos bisnetos e todos os cônjuges, companheiros e outros que tais.

Este belo casal são os meus avós paternos: o Mário e a Maria. A ele não o conheci, mas ela foi e sempre será uma fonte de inspiração na minha vida. Força, coragem e persistência.

Sempre receei os Ramirez. Por serem muitos, por serem distantes, por serem abundantes e por serem diferentes. Em proporção inversa ao entusiasmo do meu pai sentia um medo e uma dor sempre que o Natal se aproximava. O que vou dizer? O que me vão perguntar? Mas eu nem sei o nome deles todos.

Agora, mais velho, é diferente. Olho para eles com ternura, nas suas diferenças, nas suas forças e nas suas fragilidades. Aprendi a gostar de estar com eles. Nem que seja brevemente. E fazer disso um elogio aos meus avós queridos. À sua força. E principalmente ao seu AMOR.

Eu já tenho uma família assim, mas também quero que um dia a minha família seja assim.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Carneirão


eu sou um carneirão
amo a minha força
a minha explosão e o meu entusiasmo
tudo o que faço é de carneiro
cada vez amo mais esta força
as minhas características
sou o que inovo
o que abre caminho
o que arrisca
e experimenta
e sorri perante o vazio
sem medo
sem vergonha
sem receio