quinta-feira, 1 de setembro de 2005

Serviço de Urgência - 112

A título de informação breve confesso que ontem fiquei renovadamente surpreendido. Uma vez mais senti a necessidade de ligar para o 112. Estava a percorrer as ruas de Lisboa no meu carro quando, ao dirigir-me para um dos grandes cruzamentos, presenciei um quase acidente. Os semáforos desse cruzamento encontravam-se desligados.

Achei, como já o tinha feito anteriormente, que deveria telefonar para a Brigada de Trânsito a informá-los do que se passava. Como estava a conduzir e com o auricular, resolvi recorrer ao 112 (não tinha o número directo da Brigada).

E, o que me surpreende, é que aconteceu o mesmo que já tinha ocorrido em duas outras alturas: o telefone tocou, tocou, tocou e ainda tocou um pouco mais. E nada. Ninguém atendeu, ninguém disse para esperar na linha, nem para aguardar por uma operadora. Nada.

Agora uma de duas: ou estavam todos a lanchar, ou então têm forma de avaliar pelos toques do telefone a gravidade das situações, e perceberam que o meu telefonema não era caso de vida ou de morte.

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